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segunda-feira, 4 de junho de 2012

RELATO DE DÉCIMA SEMANA DE AULA - MESTRE PINOQUIO


Relato da OFICINA CAPOEIRA - dia 15 e 17 de maio.
MINISTRADA POR: MESTRE PINÓQUIO. (Grupo Quilombola)
Auxiliar: professora Danuza. (Grupo Palmares)
 
Mestre Pinoquio nasceu em Florianopolis e começou a praticar capoeira em 1977, com Mestre Pop, no Educandário 25 de Novembro. Permanece ligado porem fundou sua própria escola, sob nome de Quilombola Capoeira Angola.
"A capoeira que é uma crítica ao sistema escravista, infelizmente estão transformando-a em um produto do próprio sistema" http://www.associacaoquilombola.org.br/site/?q=node/5
  
Por: Aitor Cotelo Fernández
A aula começou com um trabalho de movimentação para o aquecimento com a ginga onde se introduziram diferentes movimentos de acrobacia. O primeiro deles foi o "Macaquinho", que consistente em dar uma cambalhota para trás. Parte-se de uma posição agachada e colocando a mão de apoio perto do corpo impulsiona-se o corpo, olhando para o chão e colocando as duas mãos no chão. Trata-se de uma acrobacia, um movimento de plasticidade, mas que permite sair de uma situação difícil para se posicionar em outro canto da roda. O seguinte movimento que se trabalhou foi o "Aú" (estrelinha) e logo a "ponte", com que a gente começou a trabalhar o "mortal" atrás, usando a cabeça como apoio. Na segunda parte da sessão, trabalhamos a parada de mãos usando um colchão. O exercício era avançar até o colchão, realizar a parada de mãos e deixar-se cair no colchão. O seguinte exercício foi realizar a parada de mãos, mais agora acabando em ponte sem tocar com as costas no colchão. O último exercício foi realizar um mortal cara atrás com ajuda do mestre. Este foi um trabalho bem legal ao ser individualizado pelo fato de poder corrigir os erros de cada um. Numa outra atividade, a gente fez uma roda onde o mestre realizou uma apresentação da bateria na capoeira (anexo vídeo). Logo da apresentação repartiu os instrumentos para que cada um dos alunos e crianças tivesse contato com eles e se familiarizara com o ritmo do toque. A bateria da capoeira angola fica assim: três berimbaus com seus três caxixis, dois pandeiros, um reco-reco, um atabaque e um agogô. Toda a informação sobre o berimbau e os toques fica no relatório da terceira aula da classe, muito bem exposto pela nossa companheira Liciara Bellina Hoffmann. Logo a gente fez uma primeira roda com as crianças alunas da professora Danuza e formando a bateria e o jogo para logo fazer outra roda só dos alunos. A aula finalizou com um comentário do mestre respondendo as perguntas que formulava a gente, onde a gente assistiu a uma reflexão do que é a capoeira, já não como esporte mais sim como forma de vida e como filosofia anti-sistema, e ouvimos a opinião dele sobre a diferença do mestre e do acadêmico, da capoeira na rua e na academia; palavras bem legais para que o pessoal tenha sempre presente no seu futuro como professor de educação física, professor de capoeira ou como educador em geral.
A aula da quinta-feira, dia 17, começou com o comentário da professora Danuza para dividir os grupos e os textos a trabalhar para a discussão que a gente terá no dia 24 de maio. O mestre Pinóquio ministra a aula e começa com um aquecimento de uns 30 minutos. Primeiro, mobilidade articular e alongamento de braços, punhos, pescoço, quadril e joelhos. Logo a gente realizou alongamentos das pernas combinando com abdominais superiores, laterais e lombares. Na segunda parte da sessão, a gente trabalhou movimentação onde o mestre deu umas dicas sobre a ginga e o uso dos braços para a proteção do rosto e trabalhamos a "rolê" e a meia "lua de compasso". Logo passamos a jogar 2 a 2 com estes dois últimos movimentos. O que ataca da uma meia lua compasso e o que defende realiza uma esquiva com rolê (anexo vídeo dos movimentos realizados pelo Monitor Dudú (Eduardo) e a professora Danuza). Na terceira parte da aula a gente trabalha o Aú de lado a lado do ginásio em duplas, com a dica de observar sempre o oponente. Depois a gente fez apoio de mãos também de lado a lado do ginásio. Na última parte da aula, a gente realiza uma roda com o mestre tocando o berimbau e a professora Danuza acompanhando com o pandeiro onde todos participamos do jogo (anexo vídeo).

RELATO NA NONA SEMANA DE AULA - CONTRA-MESTRE ADÃO


Relato da aula do dia 10 de maio de 2012 - Quinta-feira.
Relato da OFICINA MACULELE - dia 10 de maio - Quinta-feira
MINISTRADA POR: Contra-mestre ADÃO. (Grupo Palmares)
Por: Nathalya Corrêa Stoianov
         Contra-Mestre Adão iniciou-se na capoeira em 1988. Era muito criança e as praticas eram a noite, por isso era mais comum ele praticar na época do carnaval. Depois de alguns anos começou a treinar capoeira no ginásio de alumínio da UFSC com Calunga. Já tinha um gosto enorme pela “arte” e foi aumentando, passando de cordel até chegar a CONTRAMESTRE (uma corda antes de se “formar” MESTRE).

Segundo Adão, Maculelê é uma manifestação cultural e teve sua origem em Santo Amaro da Purificação – Bahia – BR. Sua origem é desconhecida. Porém, a lenda desta dança possui várias versões, a “mais contada” é: “Maculelê” era um escravo negro que teve uma doença de pele “não curável” e contagiosa que foi expulso pelo seu senhor para não infectar os outros escravos. Ele foi acolhido por uma tribo indígena que o curaram, porém não podia fazer todas as atividades da tribo pois não era um índio. Certo dia, Maculelê ficou sozinho na aldeia, pois a tribo tinha saído para caçar. Neste momento, uma tribo rival “invadiu” o local e Maculelê, usando dois bastões, lutou sozinho contra a tribo rival e os venceu. Desde então, ficou conhecido como o herói da tribo.” (verificar se foi Adão ou foi a aluna que procurou esta lenda na internet)
Parte prática da aula: Adão organizou um grande círculo, onde cada aluno tinha um bastão (grima) para cada mão. Ele explicou como se deve segurar o bastão com uma distância média de “uma mão” acima do final, para que não escape das mãos. Depois disso, começou a passar uma série de “passos coreografados”. No final, pudemos realizar uma apresentação. Esses passos foram trabalhados em sequência gradativa e com a ajuda de um tambor para “marcar” bem a batida dos bastões. Segue abaixo os passos, sendo eles, acumulativos: Passo nº 1 -  Bater os bastões, “cruzando-os” do lado direito, depois do lado esquerdo; Passo nº 2 - Erguer o a perna direita, bater os bastões embaixo dela, depois acima e a frente da cabeça do lado esquerdo; Passo nº 3 - Com a perna esquerda para trás, com ela, dar um passo a frente e ao mesmo tempo bater os bastões a frente e acima da cabeça, voltar a perna e bater novamente os bastões (2x), na terceira vez, dar um “giro”, uma volta com 5 passos e batendo 5 vezes os bastões (juntamente com as passadas);  Passo nº 4 - Bater os bastões de um lado, girar e bater do outro lado;
            Atividade 1: 2 a 2 de frente um para o outro: Tomar cuidado para não bater os bastões “de frente”, sempre cruzados, na diagonal; bater e segurar o braço, “interromper” o movimento; ter um “balanço” do corpo, flexionar o joelho e ter a rotação do tronco; Atividade 2: 2 a 2 realizar o passo nº 2, porém bater o seu bastão do lado direito no bastão também do lado direito do colega; realizar o passo nº 3, porém bater seu bastão do lado direito no bastão do lado direito do colega; alternar os lados “da batida” dos bastões, uma do lado direito, outra do lado esquerdo; Atividade 3: 2 a 2, com o colega de frente para outro, a um passo de distância para meu lado esquerdo. Cada um bater seus bastões do lado direito, dar um giro para o lado esquerdo (ficar frente a frente) e bater cada um com o seu bastão direito, fazer o mesmo movimento para o outro lado, (completando “um ciclo” quando bate novamente seu bastão com o do seu colega – frente a frente -), no final deste ciclo, trocar 5 batidas (alternando os lados dos bastões) com seu colega. Atividade 4: 2 a 2, novamente de frente um para o outro. Balançar o corpo de um lado para o outro com os bastões “arrastando” no chão, SEM DESVIAR o seu olhar com o do colega, ao sinal do professor,  “trocar os lugares”, SEM DESVIAR OS OLHARES; Com os bastões encostados no chão, girar o corpo (no ritmo da musica), quando completar o giro bater os bastões acima e a frente da cabeça. Por fim, junta-se todos os “passos”, cria-se uma coreografia com todos os alunos.
AVALIAÇÃO DA TURMA
FAVOR COMENTAR ABAIXO:

RELATO DA NONA SEMANA DE AULA - PROFESSORA JÔ


Relato da OFICINA CAPOEIRA INFANTIL - dia 08 de maio - Terça-feira
MINISTRADA POR: PROFESSORA JÔ CAPOEIRA. (Grupo Palmares)
Por: Nathalya Corrêa Stoianov
            Na primeira parte da aula foi realizado um circuito visando um aquecimento para as crianças, sendo este, dividido em 3 setores: Setor 1 – com materiais: - 6 “caminhas elásticas” dispostas em “zig-zag” com um colchão no final.  Atividade consistia em pular com os dois pés juntos, passar por todas as “caminhas elásticas”, saltar e cair - de costas no colchão; virando cambalhota; de barriga; virando cambalhota no ar; Alternando os pés (um em cada “caminha”), na mesma sequência de saltos no final; “caminhas” dispostas em linha reta, também na mesma sequência que a anterior. Setor 2 – Atividade: Espaço livre para virar 3 estrelinhas seguidas. 3 estrelinhas para um lado, na próxima vez, 3 estrelinhas para o outro lado; Setor 3 – Material: Trave (da ginástica artística) posicionada na horizontal e encostada no chão; Atividade consistia em atravessar “caminhando” na trave, alternando os pés; atravessar “caminhando” de costas na trave, alternando os pés.
            Depois deste aquecimento tivemos a primeira brincadeira: A “gato e rato” adaptado para a capoeira, ou seja, “escravo e capitão do mato”. Começou, formando uma grande roda e escolhendo quem será o capitão do mato e quem será o escravo. O capitão do mato sai da sala para que os outros participantes combinem a “hora” em que o escravo “saiu de casa”. O Capitão do Mato entra na sala, enquanto a grande roda esta se movimentando. Capitão do Mato:  - “ESCRAVO ESTÁ NA CENZALA?” Todos:  - “NÃO” Capitão do Mato: “QUE HORAS ELE CHEGA?” Todos: “NÃO SEI”. Capitão do Mato: (começa a falar as horas, até acertar) Quando o Capitão do Mato acerta a hora, o escravo tem que sair do meio da roda e o Capitão do Mato corre atrás dele até pegá-lo. Quando o escravo é pego, outras crianças passam a ser os personagens da brincadeira.
            Na segunda brincadeira, todos os alunos deveriam formar uma fila segurando com a mão na cintura do colega da frente. Quando formada, saíram andando pela sala cantando:  “EU SOU, EU SOU. EU SOU JACARÉ BOIÔ. (2X) SACODE O RABO JACARÉ (2X) EU SOU JACARÉ BOIÔ” Na primeira parte da música, todos andavam como se estivessem com calo no pé; Na segunda parte, andavam com o “bum-bum” sacudindo.
            Esta movimentação permitia treinar os movimentos de Ginga; Esquiva (para ambos os lados); Meia lua (para ambos os lados); Negativa e floreio; Resistência; e Tesoura no chão; Depois foram realizados 2 a 2:  Começando na ginga, um aluno fazia a “tesoura” e o outro saia pelas costas do colega e fazia a “meia lua”. (intercalar os movimentos e os lados) A Professora Jô com tambor na mão, ensina a canção do “Caranguejo da Armação”, uma dança de origem açoriana da Ilha de Santa Catarina. Consiste em abrir e fechar a o círculo ao som de uma cantiga puxada por um dos componentes da roda: “Ai, ai, ai galho de manjericão (bis). Deixa-me agora cantar. O caranguejo da Armação (bis).    Caranguejo não é peixe,  Caranguejo peixe é (bis) Caranguejo só é peixe, Na enchente da maré (bis) A mulher do Caranguejo, É uma bela senhora (bis) Ela não mora aqui, Mora na praia de fora (bis) Em cima daquele morro, Vai um tucano avuando (bis) Com o bico vai escrevendo, Com a asa vai apagando (bis)” -
            Em uma grande roda, houve a discussão sobre “capoeira para crianças”: - pode-se passar em brincadeiras/letras de músicas adaptadas; - conta histórias nas músicas, e de uma forma “infantil”; - ter diferentes “tipos de aula” – atividade/brincadeiras – para as diferentes idades;         - de 1 a 3 anos, aula com mais emoção, afetiva, falar sempre na altura das crianças (se abaixar), etc. - com 4 anos as crianças já tem um melhor entendimento, podendo passar um pouco mais da “técnica” da capoeira, professor pode “cobrar” mais a perfeição dos alunos;
            Para encerrar a aula, a professora Jô ensina outra música/dança em forma de roda, a “CIRANDA” – Criada em Recife, passos ritmados pelos tambores que ficam com os tocadores no meio da roda, estes, cantam as estrofes e as pessoas entoam o refrão. - “Achei bom bonito, meu amor brincar... Ciranda faceira vem cá cirandeira...  Vem me namorar (bis) Mandei fazer uma casa de farinha... Tão maneirinha que o vento possa levar... Oi passa sol, passa chuva oi passa vento... Só não passa o movimento pro cirandeiro a rodar (bis) Oi cirandeiro, oi cirandeiro ó... A pedra do seu anel, brilha mais que o sol (bis) Sábado à noite fui fazer uma novena... A maria Helena me deu uma lanterna... Eu disse a ela meu coração palpitou... Se não fosse o meu amor, te dava véu e capela (bis) Disse o careca passando a mão na cabeça... Se meus cabelos crescessem não mandava corta não... Os cabeludos estão aí mandando brasa... Dizendo a Luiz Gonzaga deixe meu nome de mão (bis) Oi cirandeiro, oi cirandeiro ó... Lá no Recife um rapaz me perguntou... Se na ciranda que eu vou... Também vão lindas morenas... Eu disse vão lindas morenas mulatas... Dessas que a morte mata, e depois chora com pena... Eu tava na praia do Janga, dançando ciranda... Do meu cirandar (ciranda) O mar estava tão belo, que um peixe amarelo... Me fez navegar (bis) Não era peixe, não era, era Yemanjá, Rainha... Oi na ciranda no meio do mar (bis)...  

segunda-feira, 21 de maio de 2012

DIFERENÇAS ENTRE A CAPOEIRA ANGOLA E A REGIONAL

Galera, boa tarde!

Seguem abaixo dois vídeos retirados do Youtube, onde podemos notar claramente algumas diferenças entre a roda de Capoeira Angola e a roda de Capoeira Regional.
Para quem quiser se aprofundar um pouco, vale a pena fazer a associação com base nos apontamentos no texto de Alejandro Frigerio, que lemos há pouco tempo.

Grande abraço,

William



terça-feira, 15 de maio de 2012

Confirmação do Mestre Pinóquio - 15/05

Conforme o cronograma a ser cumprido, 
pré-estabelecido pelo Prof. Fábio, 
teremos a presença do 
Mestre Pinóquio em nossa aula 
a ser ministrada no Ginásio de Alumínio.




Mestre Pinoquio nasceu em Florianopolis e começou a praticar capoeira em 1977, com Mestre Pop, no Educandário 25 de Novembro. Permanece ligado porem fundou sua própria escola, sob nome de Quilombola Capoeira Angola.

Mais informações




segunda-feira, 14 de maio de 2012

Capoeira Angola Palmares de Paris



Lúcia Querino nasceu em Salvador, Bahia, 15 de maio de 1955. Aprendeu Capoeira de Mestre Nô (Norival Moreira de Oliveira), a partir de 1971, na academia Orixás da Bahia , no bairro de Massaranduba, e foi a  primeira estudante mulher do mestre. 
Ela recebeu a corda Contra-Mestre de Mestre Nô em 1987. E ensinou capoeira em Salvador até 1992, depois em Santos, no Estado São Paulo e Paris desde 1996.


foto
Mais informações


http://www.capoeira-palmares.fr




quarta-feira, 9 de maio de 2012

RELATO DA OITAVA SEMANA DE AULA - PROFESSORA DANUZA


RELATO DA OITAVA SEMANA DE AULA, 03 DE MAIO (quinta feira).
 Por: DORIVAL ARAUJO

A aula foi ministrada pela professora Danuza. Tivemos a presença de sete crianças e seus pais na aula, oriundas do projeto de extensão coordenado pela professora Danuza. O acadêmico Eduardo “Dudu” filmou a aula.
A aula teve início as 18:30 e foi feito um circuito de atividades para as crianças. E antes de iniciarem as atividades foi feito uma roda, onde todos sentaram no chão. E então, houve uma apresentação e comentário inicial pela professora Danuza e depois, todos, um a um, inclusive, as crianças, foram falando seus nomes. Em seguida, fomos para o circuito que estava composto por quatro estações: 1. uma estação, composta por com cinco pula-pula encostados um atrás do outro e no final havia um colchão, onde três crianças sob acompanhamento de dois acadêmicos, saiam correndo por cimas dos pula-pulas e no final faziam uma calhambota. 2. a outra estação, dois acadêmicos faziam a meia lua de frente e queixada, passando o pé por cima da cabeça das crianças e outros fundamentos como ginga, esquiva de frente, lateral. 3. a outra estação, dois acadêmicos acompanhavam e ensinavam estrela a duas crianças e para de mão e ultima estação, 4. sob o acompanhamento dos acadêmicos, duas crianças passavam andando, correndo, equilibrando por sobre uma madeira disposta no chão do ginásio. E então, dava se alguns minutos e quando a acadêmica Gabriela falava pronto, as crianças trocavam de estação. E então, depois de um bom tempo, quando as crianças já haviam vivenciado toda atividades do circuito, foi dada por encerrado o momento do circuito  e a professora Danuza retomou a aula.
A aula foi retomada com alguns exercícios de alongamento e em seguida foi repassado fundamentos de capoeira como: ginga, esquiva de costa, esquiva lateral, aú simples, aú com role, esquiva de negativa, parada de mão, meia lua de frente, meia lua de compasso, queixada, troca de negativa, onde as crianças que ainda estavam, acompanhavam e procuravam fazer o que era passado na aula. Na sequência, bem no final da aula, só uma crianças permanecia, mas estava sentada descansando e acompanhava a aula de fora, e então, a professora passou mais alguns  fundamentos da capoeira: ginga, au simples, cabeçada, queixada e determinou que em duplas, os acadêmico lutassem e que depois de alguns minutos, trocassem de duplas e continuassem a luta. E assim foi, até o final da aula, por volta das 20:00 Hs, quando a professora deu por encerrada e reuniu todos em pé, num pequeno círculo, onde cada um colocou a mão por cima da mão do outro e então havia uma criança que ficara até o final e a professora pediu para ela falasse uma palavra e ela falou “mãe” e então todos gritaram bem auto “a mãe” e a aula terminou com algumas palmas.