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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RELATO DE AULA 29 DE AGOSTO DE 2013

Relatório da aula de capoeira: 
dia 29 de agosto

Aluno: Rafael Esteves


            A aula do dia 29 de agosto de 2013, teve inicio com a apresentação de uma nova aluna estrangeira da argentina chamada Brenda. Relembramos alguns movimentos da aula passada como o AU, Martelo, Benção e Parada de mão em 2 e 3 apoios.

            O aquecimento da aula foi realizada com corridas pela sala, iniciando individualmente e ao fim da corrida era realizada em grupo. Foram realizados os 15 alongamentos 5 para os membros superiores, 5 para a região do tronco e 5 para os membros inferiores. Os alongamentos trabalharam especialmente com as articulações, pois a aula enfatizaria movimentos que exigiam rotações.  A aula proposta pelo professor era de golpes giratórios.


            O professor ensinou a turma os movimento de golpes giratórios como a Meia Lua de Compasso, meia lua solta, meia lua solta com uma mão no chão e armada. A turma ao final da aula conseguiu reproduzir os movimentos de forma bastante eficiente. Um dos exercícios partia da cocorinha onde realizamos uma meia lua de compasso alternando os lados, outro exercício partia de uma posição de quatro apoios em que o aluno em decúbito ventral tinha eu fazer uma rotação de tronco para realizar um golpe giratório.  A aula espelho do professor serviu para orientar melhor os alunos que apresentavam algumas dificuldades ao realizar o movimento, os golpes giratórios partiam da ginga. Após a aula espelho com o professor os alunos dois a dois tinha que realizar qualquer golpe giratório e o colega tinha que realizar uma esquiva para que o golpe não o pegasse.


            Ao final da aula, em duplas, sendo uma dupla por vez, tinham que se deslocar lateralmente, cada aluno realizava o golpe Meia Lua de Compasso enquanto o colega realizava a esquiva e vice-versa após os dois alunos realizavam o movimento tinham que fazer o AU e repetir o golpe giratório até chegarem ao fim da sala. O professor fez correções para os alunos como a de tentar realizar o AU com as pernas estendidas e tentar realizar o golpe mais próximo do adversário.  


Após este exercício foi realizado um exercício em duplas em que os participantes iriam jogar capoeira priorizando os golpes giratórios como a Meia Lua de Compasso e a Armada. A aula teve objetivo de apresentar os golpes giratórios da capoeira. O repertório de movimentação dos alunos aumentou e as próximas rodas  podem ser mais emocionantes.


No final da aula ocorreu a avaliação da aula, a aula teve elogios em relação a sua pratica. Uma aluna relatou a dificuldade em realizar os movimentos giratórios quando prática da posição  de quatro apoios, o professor responde que ao decorrer das próximas aulas o movimento vai ser aprendido, lentamente, com a pratica.

RELATO DE AULA 22 DE AGOSTO DE 2013

Relatório de Aula – Dia 22/08/2013 – Augusto Mondardo Castillo

A aula teve início por volta das 18hs30min no ginásio de alumínio e como de costume iniciamos em círculo, em uma roda fechada, respeitando o mesmo princípio utilizado nas rodas de capoeira. O grupo realizou uma atividade de descontração onde diversos estímulos de toque foram transmitidos sempre ao colega do lado. Inicialmente, pelo professor e logo de maneira livre entre os alunos, cada aluno que recebesse o estímulo deveria repassá-lo ao colega do lado e assim por diante. Em seguida, aproveitando a formação em roda, o aluno Thiago Kahl leu em voz alta a letra da música “O Mundo é Professor” do Mestre Pinóquio, pesquisa da qual havia sido solicitada pelo professor Fábio na aula anterior. Posteriormente a leitura da música, houve uma breve discussão sobre a mesma, onde o professor comentou alguns aspectos históricos e políticos relacionados à Capoeira.

O Mundo é Professor (Mestre Pinóquio)
O Mundo é Professor
O Mundo é Professor
Pra quem não foi na escola
Pra quem não teve instrutor

O negro lutou tanto, para ter o seu valor
No sistema covarde, vil e opressor
No sistema covarde, vil e opressor
Capoeira de outrora, o seu sangue derramou
Enfrentando o sistema, encarando o feitor

Mas nada mudou, escravidão não acabou
Não podendo nos matar, tentar desorganizar
Falsas oportunidades, prá nos fazer calar
Adotando a Capoeira, para nos manipular

CREF e CONFEF, que se ponham em seu lugar
Na roda de Capoeira, deixe quem sabe ensinar
Se vocês não nos ajudam, não venham nos atrapalhar

Diante de tudo isso, eu não posso me calar
É muito desrespeito com a cultura popular
Tem que ter os velhos mestres carteira pra ensinar.

Camará

Quem me vendeu
Iê, quem me vendeu, camará
Iê, quem me compra
Iê, quem me compra, camará
Iê, na falsidade
Iê, na falsidade, camará


Para dar início a parte principal da aula, realizou-se uma atividade de aquecimento onde a turma foi dividida em duplas e cada dupla deveria propor um exercício de alongamento auxiliado, que seria imitado pelos demais colegas. Após o alongamento e com a turma já aquecida, o professor Fábio introduziu novas técnicas defensivas e ofensivas da capoeira, tais como a “negativa de angola”, a bênção, a bicuda e o martelo. A partir da movimentação da ginga, cada aluno praticou as técnicas de maneira repetida e individual em formação de roda. 


O professor observou cada aluno e fez as devidas correções, levando em conta posicionamento da guarda, postura e velocidade dos movimentos. Juntamente com a correta execução da técnica, também foi reforçado pelo professor o princípio do olhar sempre no adversário/oponente. Nunca perdê-lo do campo de visão para não ser surpreendido. Isso que foi praticado na atividade seguinte, com a turma dividida em duplas, onde frente-a-frente os componentes deveriam alternar manobras de ataque e esquiva.


Todas as técnicas foram ainda mais reforçadas com a realização de movimentos combinados propostos pelo professor Fábio, que deveriam ser imitados pela turma a partir da movimentação de gingado.

No final desta etapa realizou-se uma atividade bem próxima da realidade do jogo, onde os alunos em pares deveriam gingar frente-a-frente, realizar as técnicas aprendidas até então e tentar atingir pontos vulneráveis na guarda do adversário: no meio (barriga), em cima (cabeça) e embaixo (pés). Assim como nas atividades anteriores, a duplas foram sendo trocadas. 

Na etapa final foram realizados exercícios básicos de acrobacias. Primeiramente os alunos se movimentaram de um lado para o outro da sala executando pequenas tentativas de se manter por alguns segundos em parada de mão. Logo em seguida, respeitando a mesma dinâmica, os alunos deveriam tentar executar o movimento da estrela (Aú simples), primeiro individualmente e logo em duplas e frente-a-frente. Por fim, ainda em duplas, foi praticado o movimento da cabeçada.


A aula foi fisicamente intensa e como principais pontos de avaliação, foi colocada a influência do posicionamento dos braços para manutenção do equilíbrio durante os golpes, como fator interferente no aprendizado. Além disso, foi comentada a proximidade com a realidade do jogo, vivenciada em uma das atividades, bem como a dificuldade de lidar com a posição de ponta cabeça durante a realização do “Aú simples”, fato que, de acordo com o professor, se aplica também a uma ideia básica da capoeira, para a qual o sujeito pode visualizar o mundo de uma maneira distinta, em outras perspectivas, como de "ponta cabeça".  

terça-feira, 3 de setembro de 2013

IV SEMINÁRIO EDUCAÇÃO DOS CORPOS, CULTURAS, HISTÓRIA


Caros/as, nossas aulas semana próxima serão suspensas para participação no evento do NEPECES: IV SEMINÁRIO EDUCAÇÃO DOS CORPOS, CULTURAS, HISTÓRIA 

Será um evento importante, de formação e que nos ajuda a refletir sobre aspectos da cultura que incidem sobre a educação do corpo, e que podem ter relação com o ensino da capoeira.

Organizem-se para participar das atividades, provavelmente teremos leituras que acompanham os debates.
abraço,
 
Prof. Dr. Fábio Machado Pinto.
Professor do Departamento de Metodologia de Ensino - CED / UFSC. 
Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea. 
fone: 048-9108.0461 ou 3721.9243 (MEN/CED/UFSC)

Cartaz para divulgação.




Trata-se de evento científico e formativo que pretende discutir a relação entre educação dos corpos, culturas, história, com um olhar na universalidade do tema e outro na especificidade de Santa Catarina. Contamos com a presença de pesquisadores de renome: Detlev Claussen (Leibiniz Universität Hannover, Alemanha), Jordi Maiso (Espanha), Stefan Klein (UNB), Emiliano Gambarotta (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), Raumar Rodriguez Giménez (Universidad de La República, Uruguai), Franciele Bete Petry e Jaison José Bassani (UFSC), Christian Muleka Mwewa (UNISUL), Jaison José Bassani (UFSC), Alexandre Fernandez Vaz (UFSC, bolsista PQ CNPq).



PROGRAMAÇÃO


10.09.2013
18:30 horas: Abertura dos trabalhos
18:45 horas: Conferência: Detlev Claussen Teoria Crítica da Sociedade em tempos de globalização (Coordenação e debate: Alexandre Fernandez Vaz)

11.09.2013
9:00 horas: Conferência: Stefan Klein: Teoria crítica e diálogos periféricos (Coordenação e debate: Franciele Bete Petry)
18:30 horas: Conferência: Emiliano Gambarotta: Teoria Crítica - tradição e atualidade  (Coordenação e debate: Jaison José Bassani)

12.09.2013
9:00 horas: Conferência: Raumar Rodríguez: Lugares do Corpo, da Crítica e da Educação hoje (Coordenação e debate: Fábio Machado Pinto)
18:30: Conferência: Jordi Maiso: Ainda é possível uma crítica imanente da sociedade? (Coordenação e debate: Christian Muleka Mwewa)

13.09.2013
9:00 horas: Conferência: Lógicas da sociedade, lógicas do esporte: futebol como exemplo – Detlev Claussen (Coordenação e debate: Michelle Carreirão Gonçalves)

Promoção: Núcleo de Estudos e Pesquisas Educação e Sociedade Contemporânea
Co-promoção:
FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica de Santa Catarina)
Local: Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina


O Seminário é aberto e gratuito. As inscrições poderão ser feitas no início da atividade ou no link que será disponibilizado posteriormente. Os participantes com freqüência suficiente receberão certificado emitidos pela UFSC.

FAÇA A SUA INSCRIÇÃO



Mais informações podem ser obtidas em  http://nucleodeestudosepesquisas.blogspot.com/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Relato da aula do dia 20 de agosto de 2013

Relato da aula do dia 20 de agosto de 2013

Por Camila Dalprá Machado Ritter

No dia 20 de agosto de 2013, as 18h30min, os acadêmicos da disciplina de teoria e metodologia da capoeira se encontraram no ginásio de alumínio para a aula de capoeira com o professor Fábio Machado Pinto.
A aula deu-se inicio com todos os presentes na formação de roda (Roda bem fechada com a finalidade de manter as energias do grupo). Iniciou-se uma breve conversa sobre a aula anterior e os pontos relevantes que a mesma apresentou (significado da roda, a ginga e como deve ser a posição das partes do corpo durante o movimento, das esquivas, etc)
O professor Fábio pediu aos alunos que em duplas, fizessem massagens uns nos outros, e ao decorrer as duplas iam sendo trocadas.  Depois todos sentaram no chão, tiraram os calçados e os jogaram no centro da roda, e iniciou-se uma massagem nos pés, individual.  Durante a massagem foi solicitado que ouvíssemos e cantássemos o refrão da musica que estava tocando.  Após deu-se inicio a alongamentos.
Depois começamos a relembrar de forma pratica as esquivas e meia lua. Sempre com um fundo musical, o professor solicitou fizéssemos a ginga de acordo com o ritmo musical e também as esquivas. Depois formamos duplas e tínhamos que gingar um de frente para o outro e realizar a meia lua e esquiva, um executava a meia lua e o outro realizava a esquiva. Num dado momento foi solicitado que a esquiva fosse o mais baixo possível.
Ainda em duplas, dessa vez deveríamos realizar a meia lua e fazer o movimento continuado realizando a armada. Enquanto que o companheiro da dupla realizava a esquiva.
O professor pediu que executássemos a ginga e os movimentos cantando as musicas (o ritmo é incorporado à movimentação).
Após essa parte prática, o professor solicitou que sentássemos em um colchão e fez uma leitura da cartilha de capoeira (Capoeira da ilha - fornecida aos alunos no primeiro encontro). Esta cartilha aborda diversos depoimentos sobre a capoeira, depoimentos do mestre Pop, do mestre Pinóquio, Jimmy Wall, Desenho, Jô, contramestre Adão, Gão, Bagé, mestre calunga, Danuza.
O mestre Pop afirma que a capoeira é resultado de um processo histórico e com características muito próprias da formação, da cultura e da politica brasileira, dadas características de sua colonização, a capoeira emerge de uma realidade única do mundo.
O mestre Pinóquio diz: Tem o cara que vive, ele tem a capoeira como uma filosofia de vida, que é o meu caso...
Além desses depoimentos, a cartilha também apresenta um mapa de localidades da capoeira da ilha e as principais rodas de capoeira.

Fez a leitura da musica Ladainha: Não é luta de patrão, e quando a leitura chegava ao refrão, cabia a nós alunos pronunciarem (A capoeira não é luta de patrão). E assim deu-se o término da aula, às 20 horas. 

Relato da Aula dia 15 de agosto de 2013

Relato da Aula dia 15 de agosto de 2013

por Denise Oliveira de Souza.

No inicio da aula o professor pediu para os alunos formarem um círculo, todos de pé, onde não poderia haver espaços entre cada um dos alunos. O professor então explicou este princípio da roda de capoeira. Na roda, o significado primordial se da em relação ao posicionamento dos integrantes em forma de circulo fechado sem espaços por onde pode escapar a sua energia ou o “axé” como é denominado pelos capoeiras. Também em círculo, toda a energia emanada do coro e dos participantes da roda são dirigidas para os dois jogadores que encontram-se ao centro, jogando. Acredita-se na capoeira, que todo espaço deixado na roda pelos capoeiras que por algum motivo se levantam, seja para jogar ou toca, ou ainda simplesmente ir embora, é um espaço por onde o axé ou a energia da roda pode se perder. Por isso, quando isso acontece, sempre os mais antigos corrigem a formação, solicitando que alguém feche a roda. Um simples sinal com os olhos podem indicar ou lembrar os participantes sobre o fundamento. Acredita-se ainda que a perda do axé prejudica o jogo ou a bateria, influenciando a atuação e o sentimento dos camaradas.


No segundo momento da aula, o professor introduziu o ensino da Ginga, um dos cinco fundamentos da capoeira que serão estudados e praticados no semestre: Ginga, Esquiva, Golpe, Acrobacia e Negaças. A atividade consistiu numa caminhada pela sala. Foram realizados deslocamentos de forma natural de tal maneira que condicionava o corpo a realização  de movimentos de membros inferiores e superiores de forma mais relaxada porém naturalmente causando desequilíbrio e equilíbrio corporal, onde gerou uma pré-disposição para a ginga, que vem a ser a base da capoeira. Foi enfatizado a movimentação das pernas e dos braços, em sincronia, gerando estabilidade e equilíbrio. Caminhas para frente e para trás demonstraram a semelhança entre o andar e o gingar. Foi enfatizado a simplicidade do movimento que é a base de toda a movimentação no jogo de capoeira.  
O primeiro movimento ensinado foi a meia lua simples, ou meia lua de frente onde o capoeirista passa a perna sobre o outro capoeirista lembrando de controlar a intensidade do golpe de acordo com o ritmo da musica que determina o ritmo do jogo.

Posteriormente foi passada uma movimentação de defesa, ou esquivas, que também tem a sua importância na capoeira pois, segundo o professor Fábio, trata-se de uma luta defensiva, onde o instinto de preservação da vida dá lugar, num primeiro momento, a uma movimentação de defesa e preservação do corpo. Com base em Rego (1968), o professor explicou a origem do nome cãa-puera: "mato baixo, que foi cortado e nasceu no lugar que antes era uma floresta". Era, segundo Rego (1968) e Areias (1983, p. 17) o local onde os negros fugidos se escondiam e armavam emboscadas. O que levava os capitães do mato a recomendarem "todo cuidado com os negros que com um estranho jogo de corpo surpreendem vindo do interior das capoeiras"

O aprendizado da defesa, segundo a aluna Denise, pode ajudar o jogador que gosta mais de brincar na roda do que de atacar, pois a defesa é bem importante quem está num nível inicial do seu treinamento, pois ainda não tem muita intimidade com os golpes. Essa movimentação,a esquiva, foi apresentada de três maneiras, esquiva alta, média e baixa, todas laterais. Na primeira, o corpo fica mais ereto, porém com os membros inferiores flexionados e o tronco girando lateralmente. A esquiva mais baixa, chama-se também de esquiva de angola onde a posição do corpo é rente ao chão, para uma defesa de golpe mais baixo.

A aula terminou em círculo com avaliações sobre a andar e a ginga, em que o Augusto falou sobre a relação da caminhada com a ginga, e a Sarah, colega intercambista espanhola relatou sua dificuldade em acompanhar o ritmo da musica com a ginga. 

terça-feira, 25 de junho de 2013


RELATÓRIO DE AULA 06/06/2013

Por ANDRÉ LUIZ BALDOINO


No dia 06 de junho de 2013 (quinta-feira), por volta de 18h30min começava nossa aula de capoeira, os alunos foram reunidos pelo profº Fabio que então informou que nosso encontro educacional seria ministrado no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN), localizado na Rua Deputado Antonio Edu Vieira, próximo a UFSC. Neste momento informou que participaríamos da aula do mestre Khorvão, nos juntando a seus alunos, que este encontro teria em sua essência interação entre os alunos do Curso de Educação Física da UFSC juntamente com o projeto realizado nesta comunidade, dando ênfase aos conhecimentos da capoeira e a forma que estes são transmitidos nos locais fora do contexto do CDS.
No CCPAN interagimos com as crianças que chegavam, até o momento que a sala foi liberada e o mestre foi logo organizando a roda juntamente com o profº Fabio. O mestre montou a orquestra com os instrumentos já familiarizados em nossas aulas como o Berimbau, Pandeiro, Agogô, Reco-Reco e Atabaque. Alguns alunos do curso com mais afinidades com os instrumentos ajudaram a compor a orquestra enquanto os demais batiam palmas e cantavam na roda canalizando as energias para a roda fomentando um bom jogo. Mestre Khorvão fez questão de frisar a importância de “entrar na sintonia da roda, cantar, bater palmas, e canalizar a energia da roda para o prosseguimento e bom andamento do jogo”.
Ocorreu uma interação muito rica durante a roda, as crianças jogavam com os alunos da Ed. Física promovendo uma troca de experiências muito importante para nossa formação. O próprio Mestre jogou com os alunos mostrando toda sua capacidade técnica bem como malandragem e ginga. O Mestre relatou que começou a praticar Capoeira com 11 anos e já viajou para alguns lugares do Brasil divulgando esta pratica.
Fomos interrompidos por membros da direção que iriam utilizar o espaço para uma reunião com a comunidade fato este que forçou o encerramento da aula.

Relato dos Pequenos
Conversei com Aluno Isac, tem oito anos, mora na Rua do Fogo no alto do morro do bairro Pantanal, esta há dois meses na capoeira. Perguntei por que estava praticando capoeira? Respondeu “porque é bom e ajuda a se defender”. Quis saber o que mais gostava no jogo, ele respondeu “Armada e Au”. Roger 12 anos mora na Rua do Campo (Corinthians), disse que "gosta e acha legal a capoeira porque pratica uma atividade diferente", o que mais gosta no jogo é a Ginga e o Au.

Foi muito bom participar deste momento fora do ambiente “sala de aula”, a troca de experiências com mestres e alunos enriquece nossa formação bem como nos conscientiza da importância de conhecer nossas raízes.


 

sábado, 8 de junho de 2013

Relato da aula do dia 04/06
Gabriel Nicolodelli da Silva
            A aula deu início com uma conversa inicial, junto com o alongamento; foi dado informe do estágio de vivência do MST, espaço de formação muito importante.
            Após, realizou-se um aquecimento 1 a 1, em ritmo leve apenas para aquecer o corpo, sentir as articulações. Os alunos trocaram 3 vezes de parceiros, importante para a interação entre os alunos e também uma vivencia maior na capoeira.
            Na atividade seguinte, novamente 1 a 1, um deveria apenas atacar e o outro só esquivar, invertendo após certo tempo. Em seguida o professor pediu para que os alunos fizessem um jogo mais agachado, mais próximo do chão.

            Então, o professor reuniu todos em uma roda, onde todos puderam ter a oportunidade de jogar e tocar os instrumentos presentes na capoeira como berimbau, reco-reco, pandeiro, agogo, atabaque. Os alunos revezavam os instrumentos para que todos pudessem ter a vivência, mas na roda poucos alunos jogaram.